quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Mais um contributo do meu estimado amigo e colega PBA

“A estratégia sem táctica é o caminho mais lento para a vitória.

Táctica sem estratégia é o ruído antes da derrota.”

Sun Tzu (544 – 496 A.C.)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Um pensamento enviado por um colega e amigo...


“ O homem sensato tenta adaptar-se ao meio que o rodeia…o insensato faz com que o meio se adapte … logo…todo o progresso é devido ao homem insensato!”


Bernard Shaw

domingo, 15 de novembro de 2009

Lugares da minha infância...


Há locais que pelas experiências que vivemos na nossa infância nos marcam profundamente.

Relembro hoje aqueles dias de Verão em que com os meus primos e tios ia à pesca. De todos os locais que frequentavamos, o Rio Ponsul e os seus barbos é o que me trás as melhores memórias..

A ponte, entretanto restaurada, a 6 quilómetros de Escalos de Baixo marcava o local onde os carros ficavam e onde as pernas iniciavam a sua jornada até lá abaixo junto ao magro rio que no Verão não era muito mais do que um ribeiro.

Naquelas tardes de infância há quase 20 anos, a expectativa de com a cana na mão que o peixe por mais pequeno que fosse "picasse" era imensa! É impressionante como quando somos pequenos e crianças coisas tão "pequenas" e tão simples representam tanta felicidade.

Naqueles dias em que vínhamos com o cesto cheio de peixes para um jantar de peixe do rio perante o orgulho da façanha conseguida, a alegria era contagiante e a excitação enquanto miúdo era patente.

Ser Português é...


Estar a assistir ao jogo Portugal vs Bosnia, estádio calado...2º parte...a um canto 5 mil bosnios fanáticos cantam...embora Portugal vença por um a zero, está a defesa....

De repente, ouve-se um trompete no estádio a tocar...

2 minutos depois, 50 mil almas entoam cheira bem, cheira a Lisboa!!!

E em campo, a equipa empolga-se e retoma a ofensiva...

E faço a pergunta, mas onde esteve a corneta a primeira parte toda?!:)

sábado, 14 de novembro de 2009

Uma das maiores lições sobre felicidade


" O maior prazer que alguém pode sentir é o de causar prazer aos seus amigos."

François-Marie Arouet (Voltaire)

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Não sei se lembram, mas um dia destes já fomos o centro do mundo!


Hoje numa palestra na Ordem dos Engenheiros, alguém disse:

" O Rei Francês voltou-se para um dos conselheiros e perguntou: Onde devo colocar a minha nova capital?

A resposta foi: Depende Majestade, se o seu objectivo for dominar a Península Ibérica, então deve colocar em Madrid, se for a Europa então Paris está bem no centro...mas se o objectivo for dominar o Mundo então a escolha é Lisboa!"

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O poder reside em que atitude?


Hoje na PT tive uma conversa com um colega em que ele me disse que o paradigma estava a mudar. Passamos de uma fase onde quem detinha a informação detinha o poder para uma fase em que quem distribui mais informação é que efectivamente detém o poder.

Este conceito baseia-se na assumpção da reciprocidade , em que os indivíduos ao receberem informação, a fornecerão também quando solicitados ou por própria iniciativa.

Neste cenário é claro que quem fornecer mais informação também irá receber mais informação e portanto deterá o poder.

O problema é que quando os restantes indivíduos não o fazem, quem distribui informação ficará numa posição insustentável... pois perde vantagem competitiva. No entanto, os restantes elementos perderão também a longo prazo pois ao condenarem o individuo que fornece informação perderão ao mesmo tempo a informação que ele iria fornecer no futuro.

Isto pode ser aplicado a qualquer sistema e a qualquer variável: informação numa empresa, apoio num grupo de amigos, atenção num casal, solidariedade entre duas nações, etc.

Julgo que vivemos neste momento num ponto de transição. Embora existam ainda muitos elementos na sociedade que preferem fechar a variável em si mesmo, começamos a assistir a uma vaga de fundo que está a alterar o paradigma. Muitos já preferem partilhar a variável em causa do sistema com base não num altruismo puro, mas sim na visão de "win-win situation".

Vivemos tempos em que o capitalismo alcançou um limite praticamente insustentável, com os escândalos internacionais e nacionais a revelarem uma face muito pouco humana de egoísmo. Este limite insustentável têm se estendido a todos os sistemas (nações, familia, grupos de amigos, etc.) de forma cada vez mais frequente.

No entanto é muito interessante verificar que os sistemas estão a evoluir por dentro e a transformar-se. A questão de fundo é se a transformação será permanente ou logo que atinja uma massa critica haverá aproveitamentos e o espírito de competição assente sobre a concentração da variável do sistema renascerá?

Será que este sistema de competição conseguiu-se reinventar e utilizar um rosto humano como factor competitivo? Seria a utilização da regulação como meio de competição? O melhor do comunismo, cristianismo, liberalismo e capitalismo num só? Demasiado para ser verdade não concordam?