quarta-feira, 28 de abril de 2010

Previsão para amanha...


Pombal / Aveiro / Porto / Vila Praia de Ancora / Braga / Porto / Lisboa

puff....

domingo, 25 de abril de 2010

Momento mítico



A1, entre Torres Novas e Santarém...passa um Seat Ibiza a 180 km/h por mim...pela berma!!! Toda a gente em todos os carros a mandar vir....

Dois minutos depois ultrapasso um VW Phatom, e reparo: olha é o PM e dois carros atrás cheios de Policias engravatados do corpo de segurança pessoal.

500 metros a frente, estava o Seat parado..e a frente um BMW preto com duas luzinhas a piscar azuis na grelha....um dos carros de escolta foi atrás do tipo...

No exacto momento em que ia a passar, saem os dois agentes do carro..a filme engravatados e com auriculares...e um abre os braços e diz para o tipo do Seat..."que esta merd*, Car*?"

Ser apanhado pela BT era de homem...ser apanhado pelo Corpo de Segurança Pessoal...lol

RTP em grande!


Programa com musicas revolucionárias e a dizer bem do 25 de Abril...e de repente é impressão minha...ou estão a cantar o Hino da Maria da Fonte? Mais reacção é impossível!

Só faltava levantar-se tudo e de mão em punho....lol

Um sem número de primeiros-ministros...


Estava a ver a lista de primeiro-ministros após o 25 de Abril, e deparei-me com uma realidade da qual nem sequer tinha a noção exacta:


Desde 1640 tivemos quase 200 primeiros ministros...isto dá um primeiro ministro a cada 22 meses...

Atendendo aos longos "reinados" do Marques de Pombal e de Salazar...acho que muito se diz sobre o que falta a este país...liderança.

Não é possível existir uma estratégia de desenvolvimento, sem uma continuidade mínima. A prova disso, é que os momentos de maior desenvolvimento económico foram precisamente quando lideres conseguiram (ou democraticamente ou de forma ditatorial) manter-se aos comandos do país: Marques de Pombal (27 anos), Fontes Pereira de Melo (cerca de 8 anos), Salazar (35 anos) e Cavaco Silva (10 anos).

25 de Abril


Faz hoje 36 anos que naquela manhã de Abril, jovens oficiais militares tomam na mão o destino de um país.

A música na rádio desencadeia as operações.

Chegou a hora da liberdade. Durante as horas que se seguiram, o regime vai claudicando. No ar sente-se que não uma verdadeira vontade de reagir. Muitos dos regimentos leais ao governo não chegam a sair dos quartéis. A fragata Gago Coutinho foi o símbolo da indecisão de grande parte dos militares nesse dia, ao serem ordenados que abrissem fogo sobre o Terreiro do Paço, recusam-se determinamente.

Sem que nenhum dos lideres do regime tome a iniciativa e pegue as rédeas dos acontecimentos, no final do dia Marcelo Caetano está a rumar para a Madeira e mais tarde para o Brasil para um exílio definitivo.

Tratou-se da revolução portuguesa mais simples do ponto de vista militar. Revoluções bem e mal sucedidas anteriores como o 5 de Outubro, 1º de Dezembro, 31 de Janeiro, entre outras, receberam resistência e a força das armas foi empregada de forma activa.

No 25 de Abril de 1974 apenas alguns agentes da PIDE/DGS resistiram efectivamente, e fizeram-no porque sabiam que a justiça seria aplicada...não para salvar o regime.

Aquele dia, foi um dia de sonhos...um país amordaçado provou a liberdade. No ano e meio que se seguiu Portugal não sabia o que fazer com essa liberdade.

As nacionalizações, a reforma agrária, as barricadas nas estradas, as sedes do PC queimadas, entre outros provam que da esquerda a direita Portugal esteve sem rumo...Mas aquela manhã deu a Portugal os dois maiores valores: direito a vida e a liberdade.

Muito ficou por cumprir daquele sonho. O país evoluiu muito em termos de cultura, mentalidade, abertura ao mundo, justiça e economia. Mas muito se perdeu: de uma descolonização catastrófica...da qual o saldo é completamente negativo a uma estrutura de valores que não soube ser conservada (e que a ser mantida, seria hoje um factor disruptivo no mundo global em que vivemos).

Agora que pouco a pouco começamos a distanciar daquele marco da história de Portugal, começa a ser tempo de as análises históricas substituírem a instrumentalização partidária.

O 25 de Abril de 1974 é uma data de Portugal e de todos os Portugueses.

Aos militares de Abril que naquela manhã quiseram dar um melhor futuro a Portugal, uma nação agradecida!

Momento mítico


Jipe da GNR para junto a uma casa. Na mão uma intimidação judicial. Dirigem-se a uma porta e tocam a campainha.

O dono da casa é chamado. Com ar muito sério os dois guardas apresentam-lhe a questão.

Cinco minutos depois estão todos a beber minis da garagem do dono da casa....

sábado, 24 de abril de 2010

Dia de S. Jorge


Na Sexta Feira, dia 23 de Abril comemorou-se o dia de S. Jorge. Reconhecido como padroeiro de Portugal desde o tempo de São Nuno de Santa Maria.

Conta a história que São Jorge, um oficial romano na Anatólia, foi torturado e morto pelo Imperador Diocleciano em 303 D.C. por proclamar a sua fé publicamente ao enfrentar um édito imperial que ordenava o massacre de cristãos - considerado Mártir ainda durante o Império Romano.

São Jorge simboliza a vontade de lutar por uma causa maior, opondo-se a injustiças - a lenda criada do Dragão e da Donzela é um exemplo dessa mesma imagem.

Enquanto Santo da Igreja, serviu ao longo de séculos como exemplo com uma grande disseminação da sua devoção na Europa. É actualmente padroeiro de diversos países como Portugal, Inglaterra e Lituânia.